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Mesmo tendo deixado as funções oficiais da realeza britânica, Príncipe Harry, 41 anos, continua rodando o mundo com uma agenda de quem “sempre fará parte da família real”, como diz. Eis que apareceu nesses dias na Ucrânia, onde a guerra segue, e resolveu cutucar um vespeiro geopolítico. Primeiro, se dirigiu ao russo Vladimir Putin. “Nenhum país se beneficia da contínua perda de vidas”, falou, para depois lembrar a “responsabilidade da liderança americana” na proteção à destruída Kiev. O comentário, sem aquela nobre sutileza, foi feito justo às vésperas do encontro entre seu pai, o rei Charles III, e Donald Trump (leia a reportagem na pág. 58), que não deixou barato. “Ele não fala em nome do Reino Unido”, afirmou o presidente. Já Harry não pareceu dar lá muita bola para a saia justa. “Estou aqui fazendo aquilo para o que nasci”, disse e encerrou o assunto.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 1º de maio de 2026, edição nº 2993