Além de um evento cultural de proporções colossais, os megashows como o da cantora Shakira, que se apresenta de graça neste sábado, 2, na praia de Copacabana, têm se revelado um grande negócio para as cidades e, com elas, para os governantes que estão investindo neles.

Os números revelados pela prefeitura do Rio de Janeiro, a dona do evento, ainda são projeções, mas, caso se confirmem, podem superar o das divas que antecederam Shakira nas areias da zona sul carioca, Madonna, que ocupou o mesmo palco em 2024, e Lady Gaga, a estrela de 2025.

Um estudo divulgado nesta semana pela prefeitura carioca sobre os potenciais impactos econômicos do megashow estima que a cidade deva receber um volume adicional no consumo de 776,2 milhões de reais, levando em consideração gastos dos visitantes e moradores com hospedagem, alimentação, transporte e comércio.

Se a projeção se concretizar, será razoavelmente mais tanto do que Madonna, que movimentou 469 milhões, e também de Lady Gaga, que adicionou 592 milhões de reais à economia local.

Para o evento de Shakira, a prefeitura gastou diretamente perto de 20 milhões de reais, de acordo com informações divulgadas do diário oficial da capital, além de alguns bons outros milhões injetados por uma dezena de patrocinadores.

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Em termos de público, há controvérsias. A projeção do governo carioca é que o público de Shakira chegue às 2 milhões de pessoas.  O saldo de Madonna foi calculado em 1,6 milhão de pessoas pela prefeitura do Rio, e, no caso de Gaga, em 2025, a conta oficial da cidade foi de 2,1 milhão de pessoas. Os números do ano passado, contudo, foram contestados por especialistas, que fizeram contagens bem mais baixas para a plateia que lotou a areia, de até 600 mil pessoas.

A passagem de Lady Gaga pelo Rio, de toda forma, entrou oficialmente para os recordes mundiais: o Guiness Book considerou uma multidão de 1,6 milhão de pessoas na apresentação da cantora e a incluiu em seus anais como o maior concerto gratuito realizado por uma artista mulher na história.



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