Livros que foram distribuídos em escolas públicas do Distrito Federal geraram revolta de pais de alunos nas redes sociais. Por meio do aplicativo Instagram, uma deputada distrital também denunciou o material abordado e cobrou respostas do Governo do DF, bem como a “revisão imediata do conteúdo”.

Segundo Paula Belmonte (PSDB), o material, destinado a estudantes do 3º ano, expõe frases como: “sexo é vida”, “cuidado e risco com a queda da libido” e descreve como “benefícios do sexo” a “melhora na autoestima, no bem-estar e na qualidade do sono”.

“Milhões foram gastos, com autorização da Secretaria de Educação do DF, em um material inadequado para crianças de 8 anos, enquanto faltam investimentos no básico dentro das escolas. Quem aprovou isso? Com base em quais critérios? Isso é desrespeito com o dinheiro público e com a educação das nossas crianças”, escreveu a deputada.

Veja:

O livro, segundo contou a parlamentar, custou R$ 137, a unidade, e é destinado a estudantes e seus familiares.

“É isso que a secretaria de educação quer ensinar para os nossos filhos? Nós precisamos que as crianças saibam ler e escrever. Aqui está uma cartilha, que cada família vai receber, para falar sobre sexo e libido com crianças de 8 anos de idade. Isso está acontecendo na capital federal. Fica nosso repúdio a essa atitude”, pontuou.

“Absurdo! Que secretaria permite isso?”, disse um internauta. “Sexualizar crianças é satânico”, disse outro.

O Metrópoles tentou contatar a Secretaria de Educação, mas não obteve retorno até a última atualização do texto. O espaço segue aberto para futuras manifestações.





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