Na disputa do patrimônio de Erasmo Carlos (1941-2022), os filhos Leonardo e Gil Esteves foram pegos de surpresa quando, entre os documentos dos bens do cantor, constataram que o apartamento de São Conrado, no Rio. avaliado em 8 milhões de reais, tem Fernanda como proprietária de 50% do imóvel. Ou seja, o negócio foi fechado pelo casal já com o nome de Fernanda na escritura. Apesar da disputa judicial, a viúva já tem garantidos pelo menos 4 milhões do patrimônio deixado pelo cantor. Ainda assim, a pedagoga decidiu deixar o imóvel e morar em um mais modesto, devido aos altos custos de manutenção do condomínio, superior a 10 mil reais mensais. Atualmente ela reside em um quarto e sala na Barra da Tijuca.

Além da questão do apartamento, outra informação apurada com fontes é a de que a briga vai muito além da esfera do direito de família. Atualmente existem processos na área trabalhista e criminal, todos sob sigilo e ligados ao inventário.

Outra informação divulgada pela coluna GENTE é o estremecimento da relação entre Leonardo, filho de Erasmo, e o cantor Roberto Carlos, testemunha de Fernanda no processo que define a partilha dos bens do falecido cantor. Leonardo, que o rei conhece desde a infância, se sentiu traído por Roberto, já que sempre tiveram relação de família, devido à parceria de mais de meio século entre seu pai e o rei da Jovem Guarda. Apesar do incômodo, Leonardo é pessoa de confiança de Roberto, que delegou a ele a venda de seus shows no mercado nacional e internacional. Apesar da negativa da equipe de Roberto, fontes próximas confirmam o desconforto publicado por VEJA.

Procurada, a defesa de Fernanda informou que não vai se manifestar já que o caso tramita em segredo de justiça. Leonardo se manifestou por meio de nota divulgada à imprensa reproduzida aqui na íntegra: “A família de Erasmo Carlos declara sua surpresa diante da divulgação de notícias sobre fatos supostamente ocorridos em seu inventário e ressalta o necessário respeito à verdade dos fatos e, principalmente, à memória do artista. Como o processo se encontra sob segredo de Justiça, o acesso exclusivo é das partes e seus procuradores, e a sua violação pode gerar responsabilização penal”.



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