A provável pressão de parlamentares da oposição para que o relator Leo Prates estabeleça compensações financeiras ou tributárias ao setor produtivo impactado pelo eventual avanço da PEC do fim da escala 6×1 não deve surtir efeito.

Escolhido por Hugo Motta para relatar a proposta, Prates indicou que não há espaço para que empresários sejam beneficiados por uma contrapartida.

“Eu acho que o Brasil já fez remissões fiscais que não houve benefício algum para a sociedade. Para aprovar um projeto como esse, a gente merece qualquer tipo de preço que a gente tenha que pagar. A minha parte é tentar fazer arranjos produtivos que possam facilitar a vida do trabalhador”, disse Prates antes da instalação da comissão especial que analisará a medida.

A oposição pretende atrasar o debate ao máximo e abordará a necessidade de compensar os empresários para conseguir o feito.

O relator, porém, já demonstrou que quer cumprir o ousado calendário estabelecido pelo presidente da Câmara de entregar a aprovação da PEC até o fim de maio.



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