
Segundo o estudo, que também contou com a participação do Programa Mundial de Alimentos (PMA), a escalada militar aprofundou drasticamente a insegurança alimentar em uma nação já fragilizada por conflitos armados, deslocamentos em massa e colapso econômico.
O documento alerta para uma deterioração ainda mais severa nos próximos meses caso não haja expansão significativa da ajuda humanitária ou melhora nas condições de segurança e estabilidade econômica.
A divulgação ocorre em meio à continuidade dos ataques israelenses contra território libanês, apesar do cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, iniciado em 16 de abril e posteriormente prorrogado. Na terça-feira, novos bombardeios no sul do país deixaram ao menos oito mortos, segundo autoridades locais.
Desde 2 de março, de acordo com um balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira, ao menos 2.521 pessoas morreram e mais de 7.800 ficaram feridas.