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Está em busca de um recorde para desbancar? Saiba que não será correr uma maratona em menos de duas horas. A marca considerada impossível por muito tempo foi superada por não um, mas dois corredores da Maratona de Londres neste domingo, 26. O novo recordista mundial, Sabastian Sawe, e o segundo colocado na corrida, Yomif Kejelcha, tornaram-se os primeiros a completarem os 42km em menos de duas voltas no relógio. Mas não se preocupe, ainda há barreiras atléticas ‘impossíveis’ para se almejar.
Travessia do Oceano Pacífico
Se gosta de nadar, por que não atravessar um oceano? O maior deles, o Pacífico, ainda segue na espera por um recordista capaz de cruzar suas águas das Américas à Ásia, ou vice-versa.
É motivo de debate, pois a tentativa anterior de Benoit Lecomte em 2018, contou com o suporte de um barco de apoio. No caso do nadador francês, a tentativa de ir de Choshi, no Japão, a São Francisco, nos Estados Unidos (um total de 8.270 km), foi interrompida por problemas na embarcação.
Lecomte também se auto proclama o primeiro a cruzar o Atlântico nadando em 1998, mas o feito não é reconhecido pelo Guinness World Records por conta da incerteza da distância percorrida pelo nadador.
Salto em distância de 9 metros

Este chama atenção pelo quão perto chegou: Mike Powell estabeleceu o recorde mundial de 8,95m no salto em distância no Mundial de Atletismo em 1991. A barreira dos 9m segue sem ser superada, até mesmo no salto do próprio americano com auxílio do vento e em região de altitude no ano seguinte parou nos 8,99m, sem ser contabilizado oficialmente.
O recorde olímpico mais duradouro também é do salto em distância, mas de Bob Beamon que alcançou 8,90m na Olimpíada de 1968, na Cidade do México.
30 minutos debaixo d’água

Outro que passou perto foi Vitomir Maricic. O croata ficou 29 minutos e 3 segundos debaixo d’água sem respirar em 2025. O país parece ser polo de recordistas já que o recordista anterior era seu conterrâneo Budimir Sobat com 24 minutos e 37,36 segundos.
Escalar Gangkhar Puensum

Para os fãs de montanhismo, Gangkhar Puensum é uma fruta proibida. Com 7.570 metros de altura, é a 40ª montanha mais alta do mundo, mais de 1km menor que o Everest. No entanto, a montanha na fronteira entre o Butão e a China é a mais alta a não ter sido escalada pelo ser humano.
Houve inúmeras tentativas nos anos 1980, mas desde 1994 o governo do Butão proibiu escaladas acima dos 6 mil metros em respeito às crenças espirituais locais que chamam a montanha de “Pico Branco dos Três Irmãos Espirituais”. Na cultura butanesa, assim como em outras sociedades do Himalaia, representam a morada de deuses e espíritos e são lugares sagrados em que o mundo material e espiritual se encontram.