O governador Ricardo Couto e o secretário da Casa Civil, Flávio Willeman, publicaram, no Diário Oficial desta segunda-feira, 27, uma lista com 30 exonerações em diferentes setores do atual governo. As demissões incluem pessoas que ocupavam cargos na Secretaria da Casa Civil, da Fazenda, de Governo, de Defesa do Consumidor e do Gabinete do Governador. Funcionários do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), da Fundação Leão XIII e da Loteria do estado também foram atingidos pela medida.

Dentre as dispensas de hoje, apenas quatro são assinadas pelo desembargador – as outras 26 estão atribuídas ao nome do secretário da Casa Civil, Flávio Willeman. Com as exonerações desta segunda, o governo de Couto já ordenou mais de 660 demissões em apenas um mês à frente do Rio de Janeiro.

A reestruturação não deve parar por aí. O governo tem como mira os funcionários que não estão em atividade, apelidados de “fantasmas”, e almeja economizar cerca de 10 milhões de reais com as exonerações.

A estrutura administrativa do governo fluminense também está em reforma. Três subsecretarias da Casa Civil já foram extintas: a Subsecretaria Adjunta de Projetos Especiais, a Subsecretaria de Gastronomia e a Subsecretaria de Ações Comunitárias e Empreendedorismo. Por outro lado, a expectativa é que a Subsecretaria-Geral seja reinstaurada.

O desembargador Ricardo Couto assumiu o governo em 23 de março, após a renúncia de Cláudio Castro (PL) — manobra calculada do ex-governador para evitar a cassação e manter aberta a possibilidade de disputar uma vaga no Senado. Na ausência do vice-governador, que renunciou ao cargo para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) e do presidente da Assembleia Legislativa, que foi afastado por ordem do STF e depois cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o então presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Ricardo Couto, era o próximo na linha sucessória.



Source link

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *