O planejamento financeiro ditará o ritmo das compras dos trabalhadores brasileiros na Páscoa em 2026. É o que aponta uma pesquisa  da Pluxee, que revela que o aumento dos preços é o principal fator de influência para 73% dos trabalhadores ao comprar os itens para a data comemorativa.

O levantamento indica que a tradicional celebração em família está sendo adaptada ao orçamento. A ordem de influência na hora de ir às compras é clara: o preço vem antes da qualidade dos produtos e até mesmo das preferências da família.

De acordo com o estudo, o investimento médio na refeição de Páscoa (195 reais) supera o destinado aos chocolates (113 reais).

Sobre os locais de compra, os respondentes indicaram preferência por supermercados, seguidos por feiras locais, atacarejos e lojas especializadas de chocolate.

“Estamos vendo uma Páscoa muito mais estratégica, na qual o consumidor analisa o orçamento para conseguir celebrar sem abrir mão da tradição. É exatamente aí que o papel do benefício [vale-alimentação] se transforma”, avalia o diretor de Estabelecimentos da Pluxee, Antonio Alberto Aguiar. “A prova disso é que 44% dos nossos usuários afirmam que gastariam menos sem o benefício e, para outros 12%, as compras típicas da data simplesmente não aconteceriam. Isso reforça o valor que entregamos não apenas para o bolso, mas para a cultura e o bem-estar do trabalhador”, acrescenta.



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