
“Vocês ignoraram nossos repetidos alertas e, hoje, vários cidadãos iranianos foram martirizados em ataques terroristas perpetrados por vocês e seus aliados israelenses. Em resposta a essas operações, de agora em diante, as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos”, declarou a Guarda Revolucionária.
As dezoito empresas ameaçadas foram: Boeing, G42, Spire Solution, GE, Tesla, JP. Morgan, Nvidia, Palantir, Dell, IBM, Meta, Google, Apple, Microsoft, Oracle, Intel, HP e Cisco.
A campanha de retaliação do Irã após o início dos ataques dos EUA e Israel contra o país, em 28 de fevereiro, já arrastou pelo menos quinze países para o conflito. Com foco inicial em bases militares americanas nas monarquias árabes aliadas de Washington, como Catar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, drones e mísseis também foram disparados contra o complexo petrolífero das nações que são algumas das maiores exportadoras de combustível do mundo.