Integrantes do PL avaliam que o vídeo em que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro disse estar gravando para o pai acabou expondo indiretamente a ex-primeira-dama durante a prisão domiciliar do ex-presidente. A interpretação é de que o enteado pode ter feito um movimento calculado para atingir indiretamente a imagem de Michelle, que tem sido vista como uma voz mais moderada que ajudou na decisão de Alexandre de Moraes a conceder a prisão domiciliar ao ex-capitão. Sem poder acessar as redes, o episódio foi alvo de questionamento do ministro do STF.

Logo após a veiculação do vídeo, o PL Mulher divulgou uma nota negando o recebimento do material e a exibição da gravação ao ex-presidente. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, em evento nesta segunda-feira, 29, chegou a falar em ‘engano’ de Eduardo quando fez a menção ao vídeo durante a realização do CPAC, evento conservador que acontece nos EUA.



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