Ciente de que a PEC do fim da escala 6×1 pode ser tornar um dos principais trunfos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições, a oposição pretende evitar um avanço célere da proposição.

Frentes parlamentares mais ligadas ao setor produtivo devem estimular a atuação de lobistas para ditar um ritmo mais lento ao projeto.

Isso deve ocorrer porque há a avaliação de que, se o texto for a voto, dificilmente ele será rejeitado, em função de seu apoio popular.

Os planos do presidente da Câmara, Hugo Motta, apontam para a apreciação da PEC em plenário ainda neste semestre – se possível, em maio, mês do dia do trabalhador.

Os opositores, porém, querem esticar esse calendário e devem impor dificuldades – exigindo a apresentação de compensações para o empresariado – para a tramitação do texto.



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