A escolha do PSD por lançar o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato à Presidência em 2026 não caiu bem para Eduardo Leite. Sem citar Caiado, o governador do Rio Grande do Sul reagiu com críticas à condução do processo interno do partido e sinalizou incômodo com o rumo da sigla.

Segundo Leite, a decisão tende a reforçar a polarização “radicalizada” política no país. “Embora essa decisão desencante a mim, como a tantos outros brasileiros, pela forma como insistem em fazer política no nosso país, eu não vou discutir”, disse, em um vídeo publicado nas redes sociais, nesta segunda-feira, 30.

Apesar do desconforto, Leite não falou em deixar a sigla, ao menos por enquanto. “Isso não termina aqui. A política dinâmica e jornadas como essa não se encerram com uma uma decisão partidária, essa jornada continua na sociedade, continua nas ideias, continua naquilo que a gente planta, se não for agora, vai ser logo ali adiante, mas o Brasil vai sim reencontrar o caminho do equilíbrio, vai reencontrar o bom senso, vai recolocar a política no seu devido lugar, o de servir as pessoas e não de dividi-las, e eu sigo comprometido com isso. Leal ao Brasil, hoje, amanhã e sempre”, completou.

A escolha ocorre após a desistência do governador do Paraná, Ratinho Jr., que era apontado como um dos principais nomes do PSD para a corrida ao Palácio do Planalto. Com isso, Caiado ganhou força dentro do partido e foi considerado o nome mais viável pela cúpula liderada por Gilberto Kassab.



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