Uma operação da Polícia Civil prendeu, neste sábado (28), seis pessoas suspeitas de envolvimento com desmanche e adulteração de veículos roubados na região da Grande Tijuca, na zona Norte do Rio.

A ação foi conduzida por agentes da 18ª DP (Praça da Bandeira), sob coordenação do delegado titular, Alvaro de Oliveira Gomes, e da delegada assistente, Mariana de Araujo Machado, com apoio da PRF (Polícia Rodoviária Federal).

De acordo com as investigações, os policiais monitoravam há dias um grupo suspeito de atuar no roubo e na receptação de veículos. A apuração levou até um imóvel que estaria sendo usado como oficina clandestina para desmontagem e clonagem de automóveis.

Foram presos Reinaldo Venceslau dos Santos, João Clayton de Jesus Ferreira, Leandro da Silva, Ryan Ferreira Venceslau, Clayton da Silva Alves e Leandro dos Santos Drumonte.

No momento da abordagem, quatro homens foram encontrados no local enquanto trabalhavam no desmanche de veículos. Dentro do imóvel, os agentes localizaram grande quantidade de peças automotivas e carros em diferentes estágios de desmontagem.

Um dos veículos havia sido roubado no dia anterior, na região de Vicente de Carvalho. Outros tinham registro de roubo em bairros como Tijuca, Bangu e outras áreas da Zona Norte.

Durante as diligências, um quinto suspeito foi preso ao tentar passar pela região em um carro considerado suspeito. Com ele, os policiais apreenderam uma pistola calibre .40. O veículo, segundo a polícia, era furtado.

Pouco depois, outro homem também foi detido após ser visto circulando de moto nas proximidades e observando a movimentação policial. Ele confessou à polícia que atuava como “batedor e olheiro” da milícia, comandada por Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho, um dos principais milicianos do Rio de Janeiro. Após a abordagem, os agentes constataram que a motocicleta era clonada.

Os seis presos foram levados para a 18ª DP (Praça da Bandeira), onde foram autuados em flagrante e permanecem à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar outros envolvidos no esquema.

A CNN Brasil não conseguiu contato com a defesa dos citados até a última atualização desta matéria.



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