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Quando recebeu o convite para regressar à TV em Três Graças, a trama global das 9, Eduardo Moscovis, 57 anos, titubeou, enrolado que estava com um monólogo no teatro. Mas o diretor Luiz Henrique Rios o queria no papel e ajustou o enredo para que embarcasse no elenco dois meses mais tarde. Seu personagem, agora em ação, não tem vida fácil: é dado como morto após um atentado arquitetado pela própria mulher, que o trai com o melhor amigo, e volta para se vingar. Este é um assunto, aliás, que põe o ator para refletir. “Traição depende dos acordos entre o casal. Às vezes, numa puxada de tapete, você também vacilou em algum ponto”, relativiza ele, que foi casado duas vezes e há um tempo não assume relacionamento sério.

Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat

Publicado em VEJA de 27 de março de 2026, edição nº 2988

 



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