O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) chamou de “afronta à democracia” a decisão do presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS,  Carlos Viana (Podemos-MG), de não colocar em votação o relatório paralelo da comissão.

“Se essa comissão concluiu seus trabalhos sem ter um relatório final, foi uma decisão política. Isso é uma afronta à democracia”, disse logo após o fim da votação do relatório oficial. O texto foi rejeitado por 18 votos a 12 e a CPMI termina sem ter um documento oficial.

Mesmo assim, os governistas afirmaram que vão entregar o relatório paralelo para a Polícia Federal, para a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Supremo Tribunal Federal (STF). O relatório dos governistas culpa a gestão de Jair Bolsonaro e cita 129 envolvidos na fraude do INSS, incluindo o próprio ex-presidente.

 



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