O presidente do STF, ministro Edson Fachin, rejeitou um pedido da CPI do Crime Organizado para manter a quebra de sigilo da Maridt Participações S.A, empresa ligada ao ministro Dias Toffoli.

Toffoli admitiu que integra o quadro societário da Maridt, mas nega administrar a empresa.

A Maridt manteve negócios com um fundo gerido pela empresa Reag, ligada ao Banco Master.

A CPI do Crime Oganizado aprovou, anteriormente, a quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa.

Fachin, entretanto, negou a quebra.



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