
O ministro Alexandre de Mores, do STF, determinou nesta sexta-feira que a defesa de Jair Bolsonaro esclareça quais atividades serão exercidas por cada profissional que frequentar a residência em que o ex-presidente cumprirá prisão pelos próximos 90 dias.
Na última quarta, 25, os advogados informaram ao ministro os nomes, por exemplo, de agentes de segurança, motoristas e demais colaboradores que frequentarão o local, para fins de cadastramento, já que o magistrado restringiu a permanência na residência somente a tais profissionais, aos filhos e à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Na decisão desta sexta, Moraes explicou que a medida serve para “resguardar o ambiente controlado necessário”.
Na manhã de hoje, o ex-presidente recebeu alta médica do hospital DF Star, em Brasília, onde se recuperava desde o dia 13 de março de um quadro de broncopneumonia bacteriana decorrente de um episódio de broncoaspiração.
Pelos próximos 90 dias, Bolsonaro cumprirá pena de prisão em sua residência, também na capital federal. Ao término do prazo, Moraes reavaliará se o ex-presidente seguirá no local, ou se deverá retornar ao Complexo Penitenciário da Papuda.