O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), apresentou ao ministro Flávio Dino, do STF, esclarecimentos sobre seus repasses de emendas para uma fundação ligada à Igreja Lagoinha.

A Lagoinha apareceu nas investigações conduzidas pela própria CPMI, o que levou parlamentares da base do governo a pedirem providências a Dino.

Viana alegou que um dos repasses apontados, de 1,5 milhão de reais para a prefeitura de Belo Horizonte, teria sido de autoria do Poder Executivo.

O senador reconheceu o envio de outras duas emendas, de 1,4 milhão e 1 milhão de reais, mas afirmou que elas foram destinadas ao município de Capim Branco.

Segundo Viana, o repasse para a Fundação Oásis, ligada à Lagoinha, teria sido uma decisão do Executivo municipal.

“Os repasses à Fundação Oásis foram realizados pelo ente municipal e observaram os ritos legais da modalidade fundo a fundo, sem indícios de irregularidades, e que um dos repasses questionados não configura emenda parlamentar, mas verba discricionária do Poder Executivo”, afirmou o parlamentar.



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