A polêmica escolha da expressão “Vai, Brasa” no novo uniforme da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 colocou os holofotes sobre Rachel Denti, uma das idealizadoras da nova camisa. Brasileira radicada nos Estados Unidos, a designer é formada em Design Gráfico pela Universidade de Brasília e integra a equipe da Nike desde 2021. Ela também fez intercâmbio em Belas Artes na Holanda e teve experiência profissional em Nova York antes de chegar à sede da empresa em Portland, no estado de Oregon (EUA), de onde lidera o design de coleções para a região Ásia-Pacífico e América Latina.

Rachel foi a primeira a explicar publicamente a polêmica inscrição “Vai, Brasa”, aplicada na parte interna da gola da camisa. Segundo ela, o termo é uma forma afetiva e popular de se referir ao país, comum em estádios e no cotidiano. “É o Brasil, mas também é Brasa quando está jogando, né? Pra gente é muito fácil de entender, você olha e você sabe o que ‘Vai, Brasa’ significa. Então, a gente trouxe esse nome, esse apelido carinhoso que a gente dá. (…) Tem escrito ‘Vai, Brasa’ (na parte interna da gola), que é uma coisa que a gente escuta nos estádios, escuta na rua, e agora os jogadores vão poder usar no corpo, carregando com ele”, explicou.

Ainda assim, a escolha gerou forte reação de torcedores. Parte deles criticou o uso da gíria, argumentando que ela não representa a tradição da seleção, enquanto outros enxergaram na proposta uma tentativa de aproximar o time de uma linguagem mais moderna.

Camisa da seleção brasileira com bordão
Camisa da seleção brasileira para Copa do Mundo 2026 com bordão “Vai Brasa” na gola (Nike/Divulgação)



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