A HBO Max divulgou a primeira prévia da série de Harry Potter, nesta quarta-feira, 25, nova adaptação da obra de J.K. Rowling, que estreia em breve na plataforma de streaming da Warner Bros. A novidade, porém, voltou a levantar debate sobre a autora. Nos últimos anos, ela esteve no centro de diversas polêmicas por declarações consideradas transfóbicas.

Com um plano de dez anos, a HBO pretende readaptar fielmente os sete livros lançados por J.K. Rowling entre 1997 e 2007, apresentando às novas gerações a história do menino Harry Potter que, aos 11 anos, descobre ser um bruxo e entra em um mundo encantado ao se tornar um dos alunos da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. A autora atua como produtora executiva da série, ao lado de Francesca Gardiner (Succession), que assina o roteiro da produção.

Nesse contexto, iniciativas recentes da escritora também têm alimentado a controvérsia. Em maio de 2025, Rowling anunciou o lançamento do JK Rowling Women’s Fund, que “oferece apoio financeiro jurídico a indivíduos e organizações que lutam para manter os direitos das mulheres com base no sexo”, segundo o site do fundo. Ela está à frente da organização com seu próprio dinheiro, que muitos acreditam que seja um eufemismo para o ativismo anti-trans. A autora, segundo a Forbes, possui um patrimônio líquido de mais de 1 bilhão de dólares, que deve aumentar a depender do sucesso da nova produção.



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