
Conhecida como “rainha do gozo farto”, Manu Gaúcha, de 20 anos, foi presa no Rio de Janeiro, após aplicar uma série de golpes em clientes. Utilizando método predatório e planejado, ela marcava encontros com homens em diferentes cidades por meio de aplicativos. Sua estratégia criminosa envolvia, sob ameaça de arma branca, roubar pertences e dinheiro das vítimas, chegando a utilizar maquininhas de cartão para efetuar cobranças.
Aproveitando-se da vulnerabilidade de clientes geralmente comprometidos, ela também os extorquia, ameaçando divulgar as conversas e a natureza dos encontros para familiares caso não recebesse pagamentos adicionais para manter o sigilo.
Além da violência física e financeira, sua atuação incluía uma cuidadosa estratégia de marketing para atrair novas vítimas. Em anúncios, a profissional do sexo se apresentava como mulher trans, oferecendo atributos como “22 centímetros de dote” e se descrevendo como “supercarinhosa” para conquistar clientes de “alto nível e bom gosto”. Com dois mandados de prisão definitiva e uma condenação que ultrapassa 24 anos por roubo e extorsão, ela foi recapturada em Realengo, no Rio, após passar quase um ano foragida.