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Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” e apontado como um dos líderes do grupo “A Turma”, já havia sido processado pelo condomínio onde morava, em Gutierrez, Belo Horizonte, por não pagar taxa de administração de pouco mais de 6 mil reais. O processo acabou extinto.
Segundo a Polícia Federal, Mourão recebia cerca de 1 milhão de reais por mês de Daniel Vorcaro para monitorar, coletar informações e intimidar críticos. Em mensagens obtidas pela investigação, Vorcaro orientou o funcionário a levantar dados sobre o jornalista Lauro Jardim, do O Globo, e até a atacá-lo fisicamente após reportagens consideradas negativas.