A Polícia Federal afirma que há indícios de que o prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD), recebeu recursos desviados da construção de um hospital.

Furlan foi afastado do cargo por decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que atendeu a um pedido da PF.

“No caso em exame, os autos evidenciam que o investigado Antônio Paulo de Oliveira Furlan, prefeito do município de Macapá/AP, é o principal beneficiário político e, com elevado grau de plausibilidade, também patrimonial do esquema delitivo”, apontou o órgão.

A PF considerava que houve um “simulacro de competição” na licitação para a construção do Hospital Geral de Macapá. A empresa vencedora teria feito, então, repasses ao prefeito.



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