Entrevistada no programa Sem Censura, da TV Brasil, Janja revelou ter sido assediada duas vezes desde que tornou-se primeira-dama do Brasil.

Segundo Janja, não há “segurança nenhuma” contra este tipo de situação, mesmo tendo uma equipe que a acompanha no governo.

“Se eu, como primeira-dama, com uma equipe em torno, já passei por isso, imagina uma mulher no ponto de ônibus às 22h?”, disse Janja nesta terça.

A primeira-dama defendeu que “diferentes caminhos se encontrem” — combinando educação e leis que punam duramente os assediadores — para que ocorra uma mudança de mentalidade e de cultura no país para esse tipo de crime.

Só a partir dessa evolução de fatores é que, segundo Janja, “a gente vai conseguir chegar a uma sociedade em que as mulheres se sintam seguras”.



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