Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acreditam que ele não deve adotar postura crítica a Donald Trump e defender publicamente que Estados Unidos e Irã dialoguem para tentar arrefecer o conflito entre os dois países. O objetivo principal é alcançar a pacificação.

No sábado, Estados Unidos e Israel realizaram um ataque coordenado contra o Irã. Em reação, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio.

Após os episódios, o petista passou a monitorar a região, conversou com o ministro da Relações Exteriores, Mauro Vieira, e deve conversar ao longo da semana com diplomatas brasileiros que vivem no Irã.

Segundo fontes, Lula deve aproveitar o encontro com Trump, que pode ocorrer nos próximos dias, para defender que o conflito seja interrompido. Ele pode inclusive se colocar à disposição para mediar a situação.



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