Uma das principais bandas de rock do país, os Mamonas Assassinas tiveram um fim trágico há 30 anos, quando um acidente aéreo matou todos os integrantes. Pela morte precoce, nenhum deles deixou filhos. Assim, os herdeiros legais são pais e demais familiares. A marca do grupo é administrada por Jorge Santana, primo de Dinho e CEO do Instituto Mamonas. Embora a gestão esteja sob responsabilidade da família do vocalista, todos os núcleos familiares recebem valores sempre que a imagem da banda é utilizada em campanhas publicitárias, regravações, remixes ou produções audiovisuais. Já o patrimônio individual de cada músico ficou com seus respectivos familiares. O pai de Dinho, Hidelbrando, transformou o sítio comprado pelo filho um ano antes da morte em um espaço de memória, mas decidiu vendê-lo em 2019.

Em 2021, Célia, mãe do cantor, afirmou que, desde 1996, nenhuma das famílias recebeu indenização pelo acidente e que o processo segue em tramitação na Justiça. Não há informações se ocorreu alguma mudança no caso. A banda foi criada em 1995, mas teve origem em 1989, quando Bento Hinoto formou um grupo com os irmãos Samuel e Sérgio Reoli. Seis anos depois, Dinho e Júlio Rasec se juntaram ao trio, consolidando a formação que se tornaria um fenômeno nacional.



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