Nas buscas no gabinete do presidente afastado da Alerj Rodrigo Bacellar, a Polícia Federal achou um aparelho “jummer”, utilizado para bloquear sinais de telefonia móvel e impedir gravações.

Segundo os investigadores, Bacellar também usava vários celulares “bomba”, chamados assim por estarem em nome de laranjas, e da operadora SurfTelecom, que a PF diz ser a plataforma preferida do crime organizado para ocultar conversas.

Como o Radar revelou nesta sexta, na edição de VEJA que está nas bancas, o deputado foi indiciado pela PF juntamente com o ex-deputado TH Joias, acusado de ligação com o Comando Vermelho, e mais três pessoas.

 



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