O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a rejeição do pedido de prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Gonet considerou que essa medida só deve ocorrer nos casos “em que o tratamento médico indispensável não possa ser ofertado na unidade de custódia, situação que não se verifica nos presentes autos”.

O procurador-geral ainda destacou que o batalhão onde Bolsonaro está detido, conhecido como Papudinha, “dispõe de assistência médica 24 horas e unidade avançada do SAMU”.

O pedido ainda será avaliado pelo relator do caso no STF, ministro Alexandre de Moraes.



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