A Mocidade Independente de Padre Miguel homenageou Rita Lee no Carnaval do Rio, mas apesar de um desfile coerente e sem muitos erros, terminou em penúltimo lugar do Grupo Especial e, por pouco, não foi rebaixada. A nota final da agremiação assustou não só os dirigentes e membros da comunidade, como também os familiares da cantora. Após a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) publicar a justificativa de cada jurado sobre as avaliações dos desfiles, a indignação aumentou.

A jurada Mônica Mançur descontou um décimo porque a Mocidade chamou Rita de ”padroeira da liberdade”, alegando que ela não era uma de ordem convencional e descontruiu o enredo. Acontece, que a própria estrela se chamava assim e, no documento apresentado  para os jurados sobre cada escola, eles justificam o uso do nome. João Lee, filho da cantora, criticou a decisão. “Difícil, né? Alguém explica? A jurada só esqueceu de ler que a própria Rita Lee se chamava assim”, declarou. 



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