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A ala Denon do Museu do Louvre, onde algumas das pinturas mais valiosas da instituição estão exibidas, sofreu com um vazamento de água na noite desta quinta-feira, 12, informou a Agence France Presse (AFP).

“Devido a uma falha técnica no andar superior durante a noite, a área está fechada ao público e um andaime foi instalado”, declarou um representante sindical nesta sexta-feira. 

O vazamento atingiu a sala 707, onde estão expostas pinturas do artista francês Charles Meynier, do século 19, e do artista italiano Bernardino Luini, do século 16.

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A sala está localizada em um dos caminhos que os visitantes percorrem para ver a Mona Lisa, mas a obra de Da Vinci não foi afetada pelo vazamento, informou o representante sindical. Ainda não foi divulgada uma avaliação completa dos danos provocados pelo incidente.

Este é o segundo vazamento registrado no Louvre em menos de três meses. O episódio se soma a uma série de dificuldades enfrentadas recentemente pela instituição, incluindo greves de funcionários e o espetacular roubo de 19 de outubro, quando quatro homens invadiram o edifício no 1º arrondissement de Paris por uma janela e levaram, em questão de minutos, várias joias da coleção da coroa francesa, avaliadas em mais de US$ 100 milhões (cerca de R$ 537 milhões, na cotação atual).

A instituição também teve que fechar, em novembro, uma galeria com nove salas contendo cerâmica da Grécia Antiga devido à deterioração do edifício e preocupações estruturais, além de sofrer um vazamento de água que danificou centenas de obras do setor de antiguidades egípcias.



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