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Abrindo o Sambódromo para dar início ao Carnaval, a Unidos do Jacarezinho desfila nesta sexta-feira, 13, na Série de Ouro. A agremiação volta à Marquês de Sapucaí depois de quase uma década na Intendente Magalhães com Karen Lopes, 47 anos, à frente da bateria. “Ser coroada Rainha de Bateria da Unidos do Jacarezinho é mais do que um título, é a realização de um sonho que nasceu lá atrás, quando eu ainda assistia à bateria com os olhos brilhando de encantamento”, diz a influenciadora que hoje acumula 211 mil seguidores. A escola do carnavalesco Bruno de Oliveira entra com enredo O Ar Que Se Respira Agora Inspira Novos Tempo, uma homenagem a Xande de Pilares, filho ilustre da comunidade. O samba é interpretado por Thiago Acácio.

A União do Parque Acari leva para Avenida o samba Brasiliana, desenvolvido pelo carnavalesco Guilherme Estevão e interpretado por Leozinho Nunes e Thainara Martins. O enredo mergulha na essência da cultura nacional valorizando a arte brasileira e o Carnaval. Neste ano Luciana Picorelli, 44 anos, assumiu o posto de rainha de bateria. A apresentadora é ex-namorada do Belo e teve uma preparação que foge dos procedimentos estéticos que normalmente são feitos pelas coroadas – por questões de saúde, ela optou por seguir apenas exercícios físicos como Muay Thai e não seguiu com anabolizantes. 

Logo em seguida, a Unidos de Bangu entra na Passarela do Samba com o enredo As Coisas Que A Mamãe Me Ensinou que homenageia a compositora e deputada Leci Brandão. Desenvolvido pelos carnavalescos Lino Salles, Alexandre Costa e Marcos du Val, o samba é interpretado por Freddy Vianna e Pipa Brasey. Camila Prins estará à frente da bateria da Caldeirão da Zona Oeste – em 2018, a influenciadora fez história ao se tornar a primeira coroada trans do Carnaval de São Paulo quando desfilou pela Camisa Verde e Branco. Além disso, Camila também é reconhecida internacionalmente, sendo a primeira mulher trans a ser rainha do Festival Internacional de Samba de Coburg, na Alemanha.

Voltando para a Série Ouro depois de uma breve passagem no Grupo Especial em 2025, a Unidos de Padre Miguel desfila com Andressa Marinho, 23 anos, rainha de bateria da escola desde o ano passado. Andressa começou pequena no samba como passista e foi coroada no Carnaval mirim aos quatro anos. A agremiação entra com o enredo Kunhã eté – O sopro sagrado da Jurema – desenvolvido pelo carnavalesco Lucas Milato, o samba faz uma homenagem à guerreira indígena Clara Camarão, símbolo da resistência feminina no Brasil colonial. O intérprete oficial é Bruno Ribas.

Já a União da Ilha do Governador entra com Gracyanne Barbosa, 42 anos, como rainha de bateria, posto que já ocupou entre 2018 e 2020. O enredo Viva o hoje, o resto deixa pra amanhã, desenvolvido pelo carnavalesco Marcus Ferreira, o samba fala sobre o Cometa Harley. O intérprete que conduzirá  é Tem Tem Jr. Vale lembrar que Luciana Picorelli disse anteriormente que teve problemas com Gracyanne – ambas são ex de Belo e, segundo a coroada da Parque de Acari, ela já foi expulsa da quadra da Estação Primeira da Mangueira quando a musa fitness era soberana da agremiação em 2008 e 2009.

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E encerrando a noite, a Acadêmicos de Vigário Geral desfila com o samba-enredo produzido pelo carnavalesco Alex Carvalho e Caio Cidrin, Brasil Incógnito: O que seus olhos não veem, a minha imaginação reinventa, cujo tema aborda o país por meio de mitos, lendas e história da colonização. Neste ano, Patrícia Souza, 32 anos, foi coroada rainha de bateria – com uma vasta experiência no mundo do samba, ela já foi musa da Mangueira. O intérprete é Danilo Cezar.



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