A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) utilizou um software francês de investigação forense para localizar o autor do ataque que levou à morte do cão comunitário Orelha, em Florianópolis. A informação consta no inquérito concluído nesta terça-feira (3/2), que reuniu provas técnicas, imagens de câmeras de segurança e depoimentos para esclarecer o crime.

Segundo a corporação, a ferramenta foi usada para analisar a localização do responsável no momento do ataque. O caso resultou no pedido de internação de um adolescente e no indiciamento de três adultos por coação a testemunha.

Cão Orelha: software francês ajudou a localizar autor durante ataque - destaque galeria

Cão Orelha
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Cão Orelha

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Os suspeitos pela morte do cão Orelha estão sujeitos as sanções do ECA
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Os suspeitos pela morte do cão Orelha estão sujeitos as sanções do ECA

Reprodução/Redes sociais

Hashtag é levantada por internautas após agressões com cão Orelha
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Hashtag é levantada por internautas após agressões com cão Orelha

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Orelha morreu após ser espancado
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Ataque ao cão Orelha

  • Segundo a polícia, o ataque ao cão Orelha ocorreu na madrugada de 4 de janeiro, por volta das 5h30, na Praia Brava, no Norte da Ilha.
  • Laudos da Polícia Científica apontaram que o animal sofreu uma pancada contundente na cabeça.
  • Orelha foi resgatado por moradores no dia seguinte, mas morreu em uma clínica veterinária em decorrência dos ferimentos.

O software citado pela PCSC é o Mercure V4.2, desenvolvido pela empresa francesa Ockham Solutions/ChapsVision.

A tecnologia é empregada por órgãos de segurança para investigação forense e inteligência policial, permitindo o cruzamento de grandes volumes de dados telefônicos, extrações de celulares, geolocalização e metadados.



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