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Adaptação fiel do best-seller de Freida McFadden, A Empregada chegou aos cinemas brasileiros quebrando recordes históricos. Fenômeno de bilheteria, o suspense psicológico tem dominado as telas nas primeiras semanas do ano e já bateu a marca de 3 milhões de espectadores no país.

O filme é estrelado por Sydney Sweeney e Amanda Seyfried e já se consagrou como um dos favoritos dos brasileiros logo no início da temporada de 2026. Segundo dados divulgados pela Comscore, a produção já está há três semanas consecutivas em primeiro lugar, superando o sucesso de Avatar: Fogo e Cinzas.

Considerando somente as bilheterias brasileiras, a adaptação já rendeu R$ 68 milhões, permanecendo no topo mesmo com a chegada de hits como Zootopia 2. No mercado estadunidense, o filme arrecadou US$ 45 milhões apenas no primeiro fim de semana de sua estreia. O CinemaScore, métrica que avalia a satisfação dos espectadores na saída das sessões, avaliou o filme com nota “A-“, indicativo positivo do sucesso da trama.

A obra de McFadden acompanha Millie Calloway (Sydney Sweeney), uma jovem com um passado conturbado e misterioso, que passa a trabalhar como empregada doméstica na mansão luxuosa de Nina Winchester (Amanda Seyfried). Em uma reviravolta impactante, o emprego que acreditava ser “dos sonhos” acaba se tornando um verdadeiro pesadelo e Millie percebe que a família esconde segredos obscuros e que podem ser bastante perigosos. Enquanto lida com as inconstâncias e manipulações da patroa, a empregada encontra um refúgio em Andrew, o charmoso marido de Nina, quem a protagonista acredita ser a única pessoa sã e confiável da casa.

Antes mesmo de estrelar nos cinemas, o livro de McFadden já havia se tornado um fenômeno literário no BookTok – nicho de leitores do Tiktok – com uma hashtag que somava mais de 1 bilhão de visualizações sobre o título da obra. Para além da expectativa de fãs que já haviam lido a trama, o fenômeno “boca a boca” também foi um grande impulso na guinada do filme, uma vez que a promessa de um suspense com um plot twist chocante gera, naturalmente, um engajamento de pessoas interessadas.

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A junção de duas estrelas de gerações diferentes na mesma produção também foi um fator bastante chamativo na divulgação da adaptação. Símbolo controverso da Geração Z, Sweeney é um nome polêmico que chama a atenção do público mais jovem. Já Seyfried, atriz consagrada de clássicos como Meninas Malvadas e recentemente indicada ao Oscar, surge como uma figura de grande apelo ao participar de uma produção já bastante promovida.

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