
Ao lado de Carol Castro, Bruno Fagundes, 36 anos, estreia a peça A Manhã Seguinte, comédia que mostra famílias nada convencionais repletas de reviravoltas. O ator, que já emendou bons trabalhos tanto na televisão quanto no teatro, conversou com a coluna GENTE sobre os desafios do projeto, carreira e o futuro na profissão. A peça fica em cartaz até 8 de março, no Teatro Shopping Villa Lobos, em São Paulo.
GOSTO PELOS PALCOS. “O gostoso do trabalho do ator não é você pegar o texto e encaixar na boca. O difícil e o desafio é você ler um texto e falar: ‘Nossa, olha o que ele está falando. Como é que eu vou fazer isso sair da minha boca e parecer verdade para mim?’ Essa é a magia do teatro. As pessoas vão lá esperando ver o Bruno e, de repente, veem o Tomás, o personagem”.
PREFERÊNCIAS. “Não tenho preferência em trabalhar com televisão ou teatro, mas sou do teatro, para mim é a base do ator. Não tem edição, corte, o público vê o ator por inteiro, sem ter como enganar”.
DESCOBRINDO SEU CAMINHO. “Ser artista não é só uma decisão de profissão, é um estilo de vida. É uma forma de viver a vida completamente diferente de um mundo corporativo, uma questão de vocação e movimento da alma. É muito mais do que uma escolha, desde muito criança já tinha todas as características de um artista, só estava esperando descobrir com o que trabalharia”.
OUTROS RUMOS. “Não tenho uma novela ‘horizontal’ em andamento, mas uma vertical que está na reta final das gravações”.