O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou, nesta quinta-feira (29/1), uma ordem executiva declarando estado de emergência nacional e que autoriza a imposição de tarifas sobre produtos de países que fornecem petróleo a Cuba.

A ordem estabelece um novo sistema tarifário que possibilita sanções contra qualquer país que forneça de maneira direta ou indireta. 

Trump autoriza tarifas a países que fornecem petróleo a Cuba - destaque galeria

Donald Trump durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça
1 de 6

Donald Trump durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça

World Economic Forum / Benedikt von Loebell

Donald Trump durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça
2 de 6

Donald Trump durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça

World Economic Forum / Benedikt von Loebell

Trump manda recado ao Canadá: "Vive dos EUA e deveria ser grato"
3 de 6

Trump manda recado ao Canadá: “Vive dos EUA e deveria ser grato”

Reprodução/CNN

Trump se reuniu com Zelesnky nesta quinta para discutir fim da Guerra
4 de 6

Trump se reuniu com Zelesnky nesta quinta para discutir fim da Guerra

Reprodução/CNN

Donald Trump durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça
5 de 6

Donald Trump durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça

World Economic Forum / Benedikt von Loebell

Donald Trump durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça
6 de 6

Donald Trump durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça

World Economic Forum / Benedikt von Loebell

Apesar disso, os EUA podem rever as regras da ordem, caso Cuba e os países afetados tomem “medidas significativas” para lidar “com a ameaça ou se alinhem aos objetivos de segurança nacional e política externa dos EUA”, diz o governo norte-americano.

Os EUA alegam que a imposição de tarifas é para combater “depredações do regime comunista cubano”, responsabilizando-o “por seu apoio a atores hostis, ao terrorismo e à instabilidade regional que colocam em risco a segurança e a política externa americanas”.



Source link

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *