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Num país com mais de quinze milhões de famílias dependendo do Bolsa Família para sobreviver, não deixa de ser uma grande notícia ao delator da trama golpista, Mauro Cid, o despacho assinado pelo comandante do Exército, Tomás Paiva, transferindo o ex-auxiliar de Jair Bolsonaro para a reserva remunerada da força. Ao encerrar sua carreira militar, Cid terá uma remuneração aproximada de 16.000 reais.

Como entregou os crimes dos golpistas que foram condenados pelo STF a diferentes penas de prisão, Cid conseguiu preservar a patente e, por isso, saiu premiado não só na Justiça como na caserna.

Condenado pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, ele teve sua pena reduzida para dois anos de prisão em regime aberto.



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