Um juiz da Califórnia voltou atrás em relação ao arquivamento do processo contra o músico americano Marilyn Manson, acusado de agressão sexual pela ex-assistente, em 2021. Na época, o magistrado do Tribunal Superior de Los Angeles, Steve Cochran, afirmou que já havia ultrapassado o prazo de prescrição, mas uma nova lei do estado, AB250, permite uma janela de dois anos para processos de natureza sexual já prescritos. Assim, a fotógrafa Ashley Walters conseguiu reapresentar a denúncia. Uma audiência de acompanhamento está marcada para o dia 27 de março. 

Ashley, que trabalhou com a Manson Records entre 2010 e 2011, afirma que o roqueiro abusou sexualmente dela e a agrediu várias vezes, além de fazê-la viajar com drogas. A fotógrafa também sustenta que Manson, nome artístico de Brian Hugh Warner, se gabava de estuprar mulheres e chegou a lhe mostrar um vídeo no qual abusava de uma jovem menor de idade.

A equipe jurídica de Manson defende que ele não cometeu nenhum crime. “Embora a senhora Walters tenha apresentado várias denúncias, agora irrelevantes, sobre suposto assédio no ambiente de trabalho, ela não tem nenhuma ação pendente por agressão sexual segundo a definição do código penal, como seria exigido nos termos da nova lei, nem lhe é permitido, conforme a decisão, acrescentar novas acusações”, afirmou Howard King, advogado do músico, à AFP



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