A megaexposição dedicada a Sergio Camargo é uma iniciativa do Metrópoles que apresenta diferentes fases e investigações formais do artista. Instalada no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro, destaca o conjunto de obras que oferece uma leitura abrangente da produção do escultor, com relevos, volumes e estruturas em destaque.
Gratuita e aberta a todos, a iniciativa reafirma o compromisso com o acesso à cultura e com a ocupação qualificada de espaços públicos, fortalecendo o papel da arte como elemento vivo no cotidiano urbano.


Camargo recebeu reconhecimento internacional e consolidou-se com sua produção inovadora ainda jovem, quando morou em Paris e na Itália. De volta ao Rio de Janeiro, em 1974, iniciou a construção de seu ateliê em Jacarepaguá e manteve produção de grande relevância no cenário artístico brasileiro e internacional.
Criou obras para espaços públicos e arquitetônicos, como o muro estrutural do Palácio do Itamaraty, em Brasília (1967), em colaboração com Oscar Niemeyer.
No período, também ocorreu a produção do tríptico para o Banco do Brasil de Nova York; a coluna Homenagem a Brancusi na Faculdade de Medicina de Bordeaux; uma escultura em mármore na Praça da Sé, São Paulo (1979); e um monumento no Parque da Catacumba, no Rio de Janeiro.

Sérgio Camargo faleceu no Rio de Janeiro em 1990. Seu legado permanece vivo em coleções públicas e privadas no Brasil e no exterior, como o Museum of Modern Art (MoMA), o Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, o Dallas Museum of Art, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o Museu de Arte Moderna de São Paulo, o Stedelijk Museum e a Tate Gallery.
Serviço
Exposição É Pau, é Pedra…, de Sergio Camargo, realizada pelo Metrópoles
Visitação de 10 de dezembro a 13 de março, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional. Diariamente, das 12h às 20h