Participando da reunião emergencial do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Nova Iorque, na manhã desta segunda-feira, o embaixador da China na ONU, Fu Cong, pediu que os Estados Unidos providenciem segurança ao ditador venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, e que os libertem.

Na mesma ocasião, o embaixador reiterou que a China se opõe “firmemente” à invasão americana na Venezuela, ocorrida há dois dias, e que culminou na captura de Maduro, e afirmou que os Estados Unidos colocaram o poder acima do multilateralismo, e a ação militar acima dos esforços diplomáticos.

A reunião desta manhã foi convocada depois que a Venezuela enviou uma carta no sábado, 3, dia da operação americana, solicitando uma reunião de emergência do conselho, pedido que foi apoiado pelos governos de China e Rússia.

Fu Cong ainda defendeu a Venezuela como um estado soberano.

Pouco depois do fim da reunião, previsto para às 14h de Brasília, Maduro deve comparecer a sua primeira audiência, perante um juiz de Nova York. Tanto Maduro quanto sua esposa serão apresentados ao magistrado Alvin K. Hellerstein sob diversas acusações, como narcotráfico, posse ilegal de armas e narcoterrorismo.

 



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