Os ataques dos Estados Unidos à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro foram aplaudidos pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, Filipe Barros.

No sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que forças norte-americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram Maduro.

Em nota, Barros celebrou a operação, que, em sua avaliação, colocou um ponto final sobre um “regime totalitário que perseguiu, prendeu, torturou e assassinou milhares de opositores; que fraudou eleições e manteve-se no poder de forma ilegítima, violando direitos humanos e o Estado de Direito Democrático”.

Para ele, a queda de Maduro representa uma nova independência para o país latino-americano e inaugura um período que promete ser exitoso, de restabelecimento da ordem e da democracia num dos países mais belos e ricos de todo o mundo. O bolsonarista pontua que essa é a notícia mais importante da década.

O colegiado, de acordo com a nota, defende que governos e mecanismos de concertação política, como a Organização dos Estados Americanos e a Organização das Nações Unidas, respaldem a queda e prisão de Maduro, a quem classificam como “um líder usurpador e narcotraficante”.

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O presidente da comissão lamentou o que vê como perda de relevância do governo brasileiro no cenário internacional. “Durante toda a operação dos EUA, desde os últimos meses de 2025, não fomos consultados em nada. Washington desenhou uma operação para pôr fim à um regime ilegítimo, na nossa fronteira e, apesar de nossa tradição diplomática, fomos ignorados”.

Além de parabenizar Trump pelo êxito da iniciativa, Barros apresentará uma moção de louvor ao governo norte-americano
“pela execução de uma operação cirúrgica em que nenhum civil perdeu a vida”.

De acordo com informações do The New York Times, o ataque ao território venezuelano levou a 40 mortes.



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