Imagens de satélite divulgadas neste domingo (4/1) mostram a extensão dos danos no Forte Tiuna, principal base militar da Venezuela, após os ataques realizados pelos Estados Unidos contra o país, na madrugada de sábado (3/1).

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Satélite expõe danos em base militar onde Maduro foi capturado - destaque galeria

Visão geral do complexo militar Fuerte Tiuna e áreas urbanas vizinhas em Caracas antes dos ataques dos EUA
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Visão geral do complexo militar Fuerte Tiuna e áreas urbanas vizinhas em Caracas antes dos ataques dos EUA

Imagem de satélite (c) 2026 Vantor

Visão geral do complexo militar Fuerte Tiuna e áreas urbanas vizinhas em Caracas após ataques dos EUA
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Visão geral do complexo militar Fuerte Tiuna e áreas urbanas vizinhas em Caracas após ataques dos EUA

Imagem de satélite (c) 2026 Vantor

Imagem de satélite da Vantor mostra uma visão geral dos edifícios e equipamentos militares no complexo militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, antes dos ataques
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Imagem de satélite da Vantor mostra uma visão geral dos edifícios e equipamentos militares no complexo militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, antes dos ataques

Imagem de satélite (c) 2026 Vantor

Imagem de satélite da Vantor mostra danos a veículos e equipamentos na base militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, após ataques
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Imagem de satélite da Vantor mostra danos a veículos e equipamentos na base militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, após ataques

Imagem de satélite (c) 2026 Vantor

Imagem de satélite da Vantor mostra uma visão geral dos edifícios e equipamentos militares no complexo militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, antes dos ataques
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Imagem de satélite da Vantor mostra uma visão geral dos edifícios e equipamentos militares no complexo militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, antes dos ataques

Imagem de satélite (c) 2026 Vantor

Imagem de satélite da Vantor mostra danos a veículos e equipamentos na base militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, após ataques
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Imagem de satélite da Vantor mostra danos a veículos e equipamentos na base militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, após ataques

Imagem de satélite (c) 2026 Vantor

Imagem de satélite da Vantor mostra uma visão geral dos edifícios e equipamentos militares no complexo militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, antes dos ataques
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Imagem de satélite da Vantor mostra uma visão geral dos edifícios e equipamentos militares no complexo militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, antes dos ataques

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Imagem de satélite da Vantor mostra danos a veículos e equipamentos na base militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, após ataques
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Imagem de satélite da Vantor mostra danos a veículos e equipamentos na base militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, após ataques

Imagem de satélite (c) 2026 Vantor

Imagem de satélite da Vantor mostra uma visão geral dos edifícios de segurança nos portões, cercados por uma densa floresta perto de Fuerte Tiuna, em Caracas, antes dos ataques
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Imagem de satélite da Vantor mostra uma visão geral dos edifícios de segurança nos portões, cercados por uma densa floresta perto de Fuerte Tiuna, em Caracas, antes dos ataques

Imagem de satélite (c) 2026 Vantor

 Imagem de satélite da Vantor mostra o local do impacto, com edifícios de segurança dos portões destruídos após ataques ao complexo militar de Fuerte Tiuna
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Imagem de satélite da Vantor mostra o local do impacto, com edifícios de segurança dos portões destruídos após ataques ao complexo militar de Fuerte Tiuna

Imagem de satélite (c) 2026 Vantor

Localizado ao sul de Caracas, o complexo é considerado o maior do país. Construído na encosta de uma montanha, o Forte Tiuna concentra instalações militares estratégicas, áreas fortificadas e um sistema de estradas internas que circunda todo o perímetro.

As imagens indicam que, além dos prédios principais, um portão de acesso e uma estrutura destinada à segurança, situados em uma área arborizada nas imediações do complexo, foram completamente destruídos.

Até o momento, o governo venezuelano não detalhou os prejuízos materiais nem comentou oficialmente os registros divulgados.

Enquanto isso, o número de mortos nos ataques dobrou em 24 horas e chegou a 80, segundo apuração do jornal norte-americano The New York Times. A contagem anterior, divulgada pelo próprio veículo, apontava 40 vítimas entre militares e civis após os bombardeios.



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