Nicki Minaj surpreendeu os fãs ao aparecer, de surpresa, em um evento organizado por conservadores dos Estados Unidos (EUA). A rapper subiu ao palco do AmericaFest neste domingo (21/12) e reafirmou um posicionamento político republicano, reforçando o apoio ao governo de Donald Trump.
Durante o encontro, Nicki Minaj fez elogios públicos a Trump e ao vice-presidente dos EUA, JD Vance. Ela também afirmou que nunca mais será silenciada e que falará em nome dos cristãos, “não importa onde estejam no mundo”.
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Trump e Erika Kirk
Kevin Dietsch/Getty Images
Erika e Charlie Kirk se beijam
Instagram/Reprodução
A postura chamou atenção porque, em outros momentos da carreira, a rapper demonstrou apoio a políticos democratas.
“Tenho o maior respeito e admiração pelo nosso presidente. Nem sei se ele sabe disso. Mas ele deu esperança a tantas pessoas de que existe uma chance de derrotar os bandidos. De vencer. E de fazer isso de cabeça erguida e com a integridade intacta”, afirmou Nicki Minaj.
Climão no palco
Ela estava no palco ao lado de Erika Kirk, viúva de Charlie Kirk, ativista de direita morto a tiros em setembro. Em determinado momento, Nicki chegou a cometer uma gafe e causou um climão ao vivo.
Ao elogiar JD Vance, a cantora disse que ele seria um “modelo incrível” para os jovens e chamou o vice-presidente de “assassino”, em uma tentativa de elogio.
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Percebendo a situação desconfortável, a rapper tentou se explicar e chegou a tapar a boca. O gesto pareceu indicar que ela se lembrou de que Charlie Kirk, marido de Erika, foi assassinado em setembro.
Mesmo com o climão, a entrevistadora tentou amenizar o momento. “Acredite em mim, não há nada de novo sob o sol que eu já não tenha ouvido. Eu te amo. Tem que rir disso, de verdade”, respondeu Erika.
Nas redes sociais, a participação de Nicki Minaj foi alvo de críticas. Muitos usuários questionaram o apoio declarado ao governo Trump. “Seria perfeita para ser deportada por ele. Alguém avisa quem ela é?”, escreveu um internauta. O comentário faz referência ao fato de a cantora ser de Trindade e Tobago e ter chegado aos Estados Unidos ainda criança, aos 5 anos de idade.