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Até ganhar o Nobel de Literatura deste ano, o húngaro Krasznahorkai tinha poucos livros no Brasil. Lacuna sanada com lançamentos como esse romance de 2016, saudado como presságio da ascensão de líderes extremistas no mundo nos anos seguintes. Na história, o barão de Wenckheim volta a uma cidade na Hungria após anos de exílio, sob a expectativa de resgatar o orgulho local. Com suas típicas frases sem pontos-finais, a obra é um exame notável da atração pelos populistas.