
Na pele de um vilão em Êta Mundo Melhor!, a trama global das 6, Eriberto Leão, 53 anos, foi tomado de um furor filosófico que o fez devorar livros de enredos distópicos, explorar a Bíblia e mergulhar fundo nos estudos de Jung, que há tempos o intriga, tudo para refletir sobre o que separa o bem e o mal. “Precisamos compreender nossa sombra e não negá–la. Do contrário, ela te persegue”, diz ele, que, depois de se aventurar publicamente no papo sobre a existência dos extraterrestres (“eles existem, sim”), tem preferido olhar o mundo concreto a seu redor, imbuído de otimismo. “Acredito que o Brasil será o farol do planeta”, aposta.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 19 de dezembro de 2025, edição nº 2975