
Sharon Stone, 68 anos, surpreendeu ao revelar um episódio traumático que manteve em silêncio por anos. Durante participação em um podcast, a atriz contou ter sido vítima de uma agressão física tão violenta que resultou em fraturas nas costelas, embora ela só tenha descoberto a gravidade dos ferimentos cerca de uma década depois.
A estrela de Instinto Selvagem afirmou que foi atingida por trás e perdeu a consciência. Quando acordou, encontrou móveis revirados e objetos espalhados pela casa, sem conseguir entender exatamente o que havia acontecido. “Os dois sofás estavam de lado. A mesa de centro estava toda revirada, meio que de cabeça para baixo. Tudo que estava em cima da mesa de centro estava espalhado pelo chão e eu não sabia como tinha chegado lá”, descreveu.
Como Sharon Stone descobriu as fraturas?
Segundo a estrela de Hollywood, a agressão só veio à tona dez anos depois, quando procurou atendimento médico por causa de fortes dores no pescoço e nos ombros. Durante exames de imagem, os médicos identificaram que sua caixa torácica havia sido fraturada e cicatrizado de forma irregular.
“Eles iam fazer algum tipo de injeção no que achavam ser artrite no meu pescoço e ombros, e já tinham feito todos esses raios-X preliminares da minha caixa torácica, pescoço, ombros e coluna, e o médico entrou e disse: ‘Não vamos conseguir fazer essa cirurgia’. Eu fiquei tipo, ‘Não sei do que você está falando’. E ele respondeu: ‘Sua caixa torácica está toda fraturada e cicatrizada. É evidente que você foi atacada e que o que aconteceu com você foi um crime grave’”, explicou.
Os profissionais concluíram que as lesões eram compatíveis com uma agressão grave e informaram que o caso deveria ser comunicado às autoridades. A descoberta provocou uma crise de pânico na atriz, que afirmou ter sido ajudada pela equipe médica a compreender o que havia vivido.
Por que ela não denunciou o agressor?
Embora tenha dito que sabe quem foi o responsável pelo ataque, Sharon optou por não revelar a identidade da pessoa. A atriz contou que chegou a considerar uma ação judicial, mas desistiu pois o episódio havia ocorrido muitos anos antes e porque não queria que o caso se tornasse parte central de sua trajetória pública.
“Posso afirmar que registramos a ocorrência e fizemos tudo o que estava ao nosso alcance. Tive a oportunidade de prestar queixa, mas como já havia se passado uma década e sou uma figura pública, decidi não fazê-lo”, explicou. afirmando estar “bastante certa” do culpado. Ainda assim, ela preferiu não levar o processo adiante e evitou responder se a agressão teve relação com violência doméstica.
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