A morte de Gabriel Ganley segue causando comoção nas redes sociais, e o nome de Marcelo Cruz passou a ser associado ao caso após repercussão.

O influenciador fitness, de 22 anos, foi encontrado sem vida dentro da casa onde morava, em São Paulo, na manhã deste sábado (23/5).

Desde que o caso veio a público, internautas passaram a discutir os bastidores do fisiculturismo, incluindo protocolos extremos, dietas restritivas e uso de anabolizantes.

Com a repercussão, o nome do treinador de Ganley, Marcelo Cruz, acabou envolvido na polêmica.

Quem é Marcelo Cruz, treinador de Gabriel Ganley

Marcelo Cruz, fisiculturista e preparador físico catarinense de 40 anos, atua na categoria Bodybuilder Open e construiu sua trajetória no cenário nacional com participações em competições de alto nível e atuação nos bastidores do esporte.

Com passagens por federações como NABBA e IFBB, ele acumula títulos regionais e nacionais conquistados ao longo da última década, tendo como destaque recente a participação no Masters Olympia, realizado no Japão.

Além da carreira como atleta, Cruz atua no mercado de assessorias esportivas voltadas para alta performance. Formado em Educação Física e patrocinado por marcas do setor de suplementação, ele trabalha na preparação técnica de atletas do fisiculturismo e também foi responsável pela preparação do surfista e campeão olímpico Ítalo Ferreira.

Nas redes sociais, onde costuma compartilhar fotos e vídeos da rotina de treinos e conteúdos com alunos e atletas do fisiculturismo, Marcelo é acompanhado por quase meio milhão de seguidores.

O nome do preparador passou a ser alvo de polêmica nas redes após a confirmação da morte do influenciador fitness e atleta Gabriel Ganley.

Marcelo Cruz era o responsável técnico pela preparação física de Ganley, com quem mantinha uma relação profissional de mentoria, frequentemente registrada em treinos e conteúdos publicados nas redes sociais.

Internautas passaram a associar o caso a possíveis protocolos restritivos, dietas e estratégias de preparação adotadas no fisiculturismo, o que ampliou as críticas e debates envolvendo o treinador.

Quem é o treinador de Gabriel Ganley alvo de críticas - destaque galeria

Marcelo Cruz e Gabriel Ganley.
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Marcelo Cruz e Gabriel Ganley.

Reprodução/redes sociais.

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Marcelo Cruz e Gabriel Ganley.

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Marcelo Cruz e Gabriel Ganley.
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Marcelo Cruz e Gabriel Ganley.

Reprodução/redes sociais.

Postou homenagem

Em seu perfil no Instagram, Marcelo publicou uma carta lamentando a morte do atleta.

Em um trecho da carta, o treinador destacou a relação de proximidade com o atleta e afirmou que Gabriel teria sido uma das pessoas mais importantes em sua trajetória pessoal e profissional:

“Esse talvez seja um dos piores dias da minha vida. Ganley, para mim, era muito mais que um promissor atleta, ele foi uma pessoa que me mostrou o caminho da força de vontade, do querer vencer, da resiliência em sempre alcançar os objetivos que tinha em mente.”

Em outro momento do texto, ele reforçou a admiração pelo influenciador e afirmou que a parceria entre os dois ia além da relação de treinador e atleta:

“Ganley trouxe de volta, com todo o seu espírito, a chama do bodybuilding. Era nítido ver o quanto ele amava isso com toda sua força. Eu e ele fomos muito mais que treinador e atleta, contávamos nossos planos, dividíamos sonhos e metas, e a vida te levou de uma forma tão repentina que contigo foi um pedaço de mim. Você era tão jovem, tão inspirador, movia multidões por onde passava, e o que fica é o seu legado, aquilo que você construiu até aqui.”

A morte de Gabriel Ganley

A publicação aconteceu após a morte de Gabriel Ganley, confirmada neste sábado (23/5). Segundo informações iniciais divulgadas pelo portal LeoDias, a possível causa teria sido um quadro de hipoglicemia.

O fisiculturista foi encontrado morto dentro da residência onde vivia, na Zona Leste de São Paulo. A informação foi confirmada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).

De acordo com o órgão, o jovem foi localizado caído no chão da cozinha por um amigo. A SSP informou ainda que não havia sinais aparentes de violência no imóvel. Equipes da perícia estiveram no local para realizar os exames iniciais.

O caso foi registrado como morte suspeita, classificada como morte súbita, no 42º Distrito Policial, no Parque São Lucas.

Também não há informações confirmadas sobre exames toxicológicos, laudos do Instituto Médico Legal (IML) ou previsão para a conclusão da necropsia.





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