A possibilidade de uma freira de Santa Catarina, irmã Paulina Sens, ser reconhecida como santa pelo Vaticano tem sido debatida em Rio do Sul, no Alto Vale de Itajaí.

O assunto foi abordado durante uma reunião realizada no Hospital Bom Jesus (HBJ), em Ituporanga, na quarta-feira (20). A ação deu início oficial às articulações relacionadas a possibilidade de abertura do processo de beatificação de Irmã Paulina Sens.

Com reconhecida fama de santidade junto à comunidade, a religiosa passa agora a ter sua trajetória organizada e documentada visando os futuros encaminhamentos junto à Igreja Católica.

O encontro teve como principal objetivo discutir os primeiros encaminhamentos necessários para organização da causa de santidade.

Na oportunidade, foram debatidas as etapas iniciais necessárias para que o processo possa avançar futuramente junto à Igreja Católica, como o recolhimento de escritos da religiosa, documentos, objetos pessoais e testemunhos de pessoas que conviveram com Irmã Paulina, além dos encaminhamentos legais para de fato efetivar a abertura do processo.

A expectativa é que no dia 22 de junho, data em que será celebrado 24 anos de falecimento da religiosa, seja oficializado o início do processo com a celebração de uma missa em sua homenagem.

A CNN Brasil entrou em contato com a Diocese de Rio do Sul. O espaço segue em aberto.

Quem é Paulina Sens?

Irmã Paulina Sens, natural de Santa Catarina, morreu aos 83 anos, no dia 22 de junho de 2002. Ela foi sepultada no jazigo das Irmãs Franciscanas de São José, congregação a qual pertencia, localizado no Cemitério Paroquial de Ituporanga.

Por cinco meses, a religiosa trabalhou em serviços domésticos no Hospital Santo Antônio em Blumenau, tendo ido para Ituporanga para tratamento de saúde, onde passou a residir na Fraternidade Bom Jesus.

Paulina se formou em um curso de enfermagem realizado no Paraná e dedicou toda a sua vida a serviço da saúde. Seu trabalho foi desenvolvido em Blumenau, Ituporanga, Witmarsum, Presidente Getúlio, sendo que a maior parte do tempo foi no Hospital Bom Jesus, onde trabalhou por 58 anos.

Sob supervisão de Manuella Dal Mas*



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