Para reduzir o tempo de localização de pessoas desaparecidas no Distrito Federal (DF), a Secretaria de Segurança Pública lançou, nesta quinta-feira (18/2), o Plano de Ação Integrado para Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas.

O plano estabelece um roteiro e um protocolo para a troca rápida de informações entre órgãos públicos para a procura de desaparecidos.

Até então, entraves burocráticos e métodos distintos de operação atrapalhavam e atrasavam as buscas.

Segundo o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, anteriormente áreas distintas desenvolviam os próprios protocolos, cada qual fazendo aquilo que entendia como sendo necessário, o que demandava um esforço muito grande.

“Mas esse esforço precisava ser coordenado. É o que se busca com esse plano: a coordenação de diversas áreas, que agora somando os esforços e diversas tecnologias, inclusive aquela de reconhecimento facial, com câmeras espalhadas pela cidade, a gente possa identificar o mais rapidamente possível tanto o problema do desaparecimento quanto o desaparecido em si”, afirmou.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, foram registrados 2.293 desaparecimentos no DF em 2025. Deste total, 2.211 pessoas foram localizadas, enquanto 82 seguem sumidas. A taxa de localização é de aproximadamente 96%.

Os dados são referentes até a manhã desta quinta-feira (19/2) e podem mudar em caso de localização de desaparecidos. Segundo Avelar, o plano é uma nova política de Estado lançada com o objetivo de levar a taxa de localização do DF até 100%.

“Enquanto houver alguém desaparecido no DF, o nosso compromisso é de buscar localizá-lo o mais rapidamente possível”, pontuou.



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